O Primeiro Que Disse

31 Mai 2011

O filme deixa mensagens de reflexão e imagens muito bonitas.

Tommaso pertence a uma família tradicional no sul da Itália.

Ele veio de Roma, onde almeja uma carreira de escritor, para uma reunião com todos. Seu irmão será anunciado como eleito para tocar os negócios da empresa e ele pretende aproveitar a ocasião para contar a todos sobre sua homossexualidade. Só que ele não contava que seu irmão Antônio adiantaria a noticia comunicando aos familiares que também é gay, obrigando Tommaso a esconder sua revelação e ainda assumir a fábrica, tendo em vista que todos ficaram chocados, mas seu pai, daqueles mega tradicionais, mais ainda, a ponto de ficar doente.

Ele volta de Roma, onde almeja uma carreira de escritor, para uma reunião com todos. Seu irmão será anunciado como eleito para tocar os negócios da fábrica de massas da família e ele pretende aproveitar a ocasião para contar a todos sobre sua homossexualidade. Só que ele não contava que seu irmão Antônio tivesse os mesmos planos. Antes de Tommaso falar qualquer coisa, Antônio comunica aos familiares que é gay. Tendo em vista que todos ficaram chocados e seu pai, daqueles mega tradicionais, chega até a ficar doente, Tommaso é obrigado a esconder sua revelação e ainda assumir a fábrica.

Os diálogos do filme chamam muito a atenção, como o comentário de que “os gordos gostam de serem gordos para se mostrarem ricos à sociedade”. Tudo de importante, na maioria das vezes, era dito à mesa, batendo o talher no copo. Será que isso ainda é feito na Itália? Isso ainda existe em pedido de casamento?

Ao final do filme, a avó diabética, de quem todos cuidam e ajudam a controlar o consumo de doces, que havia dito estar cansada de algumas coisas, se maqueia toda, se arruma, vai pra frente do espelho e se delicia com uma infinidade de guloseimas coloridas.

Vale a pena assistir.

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